terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PROGRAMA

Os programas designados “PPA” (PROGRAMAS DE PREVENÇÃO ACTIVA), de intervenção na área social e na área da saúde primária têm configuração individual e são integrados em grupos.
Os programas garantem um acompanhamento proactivo a cada utente com “actividades” direccionadas para a sua ocupação activa com realização pessoal e formativa, em simultâneo com acompanhamento e avaliação da sua saúde primária e aconselhamento para a sua adaptação às novas situações de vida.
Operamos com base nas nossas Unidades Móveis de Intervenção Próxima “UMIP”, pólos móveis (carrinhas apetrechadas para a função) com técnicos especializados em acção social e saúde primária ( enfermeiros, psicólogos, sociólogos e animadores culturais…) dirigidos por um centro de coordenação.
Os utentes são transportados e acompanhados a “locais” onde possam ocupar o seu tempo de forma activa, participando em jogos, debates, leituras, formações, ginástica, idas a compras, visitas a jardins, a museus, a espaços de referência, etc.
Em simultâneo, acompanhamos e avaliamos a sua saúde primária com aconselhamento e encaminhamento adequados.
Este acompanhamento tem disponível uma linha telefónica a funcionar todos os dias do ano, entre as 8:00 e as 20:00 horas.
Em termos quantitativos a intervenção mensal passa no mínimo por 4 transportes (ida e volta), 2 atendimentos de avaliação e acompanhamento da saúde primária e 4 acções ocupacionais socializantes (recreativas, formativas, passeios, ...)
Promovemos sinergias com todas as organizações e pessoas interessadas da comunidade envolvente de modo a optimizar todos os equipamentos e acontecimentos aí existentes que podem ser utilizados pelos nossos utentes.
Os nossos processos de intervenção são concebidos para uma forte prevenção do risco de progressão dos processos degenerativos.
Esta nossa intervenção diferenciada de acompanhamento proactivo de “Acção Preventiva” exercida com o profissionalismo que a “Viva Social” faz questão em demonstrar, produz resultados eficazes na melhoria da qualidade de vida das pessoas e da sociedade e na redução de gastos incomensuráveis que todos estamos a pagar com os nossos impostos.
Todos os estudos científicos, na área social, na saúde, na economia, referem sempre números astronómicos de gastos que se poderiam evitar, com intervenções preventivas e atempadas, antes dos problemas ganharem dimensão.
Como somos todos nós que acabamos por pagar estes custos astronómicos, também aqui encontramos a razão para contribuirmos directamente para alterar a cultura vigente de “actuar só quando a casa já está a arder”, considerando que os serviços de “Acção Social” a todos dizem respeito, devendo a sociedade responsabilizar-se por eles colectivamente.
Além de todos estes factores objectivos e pragmáticos, a certeza de uma humanista, afectiva e profissional intervenção capaz de contribuir para a justiça social, o bem-estar e para a felicidade de muitas pessoas dignas, seria no nosso entender, suficiente para justificar esta nossa intervenção diferenciada.

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